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21 janeiro 2017

És

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És o tudo,
Por vezes  o nada,
Meu eterno calvário.
Minha dura vida.
 
Não me ames,
Apenas me deixa.
Só quero paz,
Não quero queixa.
 
Vivo na incerteza,
Sem rumo fixo,
A minha alma reveza,
Parece que nem existo.
 
A morte me atormenta
Não me deixa só,
Só vejo tormenta,
Parece que perdi o sol.
 
 

2 comentários:

  1. Somos tanta coisa num espaço de tempo tão curto, que por vezes nos sentimos a sufocar.
    Adorei o poema!

    r: Não é mesmo

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  2. Magnífico poema de amor.
    Gostei imenso.
    Caro Agostinho, bom resto de domingo e boa semana.
    Abraço.

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